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Constituição de uma Resposta Social de Apoio em Regime Ambulatório

Esta será uma resposta de âmbito distrital, com uma cobertura de 75 clientes (crianças, jovens e adultos com mais de 6 anos de idade), desenvolvida no quadro de um acordo de cooperação atípico com a Segurança Social.

O processo iniciou-se em Junho de 2010, com a entrega do pedido de celebração de acordo no Centro Distrital e esperamos que possa estar concluído a breve termo.

A resposta compreenderá o desenvolvimento, por uma equipa multidisciplinar, de um conjunto de acções em contexto natural, a partir de um Centro de Recursos para a Inclusão de Pessoas Cegas e com Baixa Visão localizado na cidade de Viana do Castelo. A principal especificidade da resposta reside na natureza móvel dos serviços e da equipa técnica e na intervenção nos diferentes contextos de vida dos clientes.

Esta opção traduz a valorização de uma abordagem global integrada, focalizada na pessoa e nas suas características, nos seus contextos de vida e na forma como estas duas realidades interagem entre si. Nessa medida, a nossa intervenção procurará sempre responder aos desafios contextuais específicos que se colocam a cada indivíduo.


No contexto desta resposta, pretendemos desenvolver as seguintes actividades:

  • Oferta de apoio/acompanhamento social e psicológico ao cliente e respectiva família, desenvolvido no quadro dos diferentes cenários de vida em que está inserido.
  • Implementação de programas ocupacionais (as chamadas “Actividades de Vida Diária”) e de orientação e mobilidade nos contextos vivenciais do cliente, dando primazia ao desenvolvimento da autonomia na realização das diferentes actividades do seu quotidiano.
  • Formação, nas modalidades individual e/ou em grupo, na utilização da grafia Braille, das Tecnologias de Informação e Comunicação e de outros recursos específicos (como é o caso das ajudas técnicas), sempre que possível envolvendo os recursos da própria comunidade.
  • Promoção da plena participação da pessoa cega ou com baixa visão em actividades de carácter artístico e cultural, bem como em actividades desportivas e de lazer, fundamentalmente através da optimização da oferta da própria comunidade, do trabalho de capacitação dos agentes locais e recursos existentes e da promoção de respostas acessíveis e práticas inclusivas.
  • Desenvolvimento de acções de orientação e informação/formação destinadas à pessoa com deficiência, à sua família e aos técnicos integrados nos recursos da comunidade, no sentido de melhorar, articuladamente, o acesso às mais diversas oportunidades e serviços.
  • Desenvolvimento de acções de consultadoria com instituições e técnicos que desenvolvam a sua actividade com pessoas cegas e com baixa visão.
  • Apoio e divulgação de acções no âmbito da qualificação escolar e da inserção profissional da pessoa com deficiência visual e facilitação da relação entre esta e as entidades actuantes nos referidos domínios.


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